Posts tagged ‘FUNDAC’

22 de março de 2011

Espetáculo faz última apresentação em Teresina antes de turnê em Portugal

por lnbrandao

 

Na próxima sexta-feira (25), os atores Bid Lima e Francisco Pellé fazem a última apresentação do espetáculo “Quando as máquinas param” em Teresina antes de embarcarem para Portugal. A peça fará turnê no país até meados de abril.
A montagem do texto de Plínio Marcos passará pelas cidades de Almada, Seixal, Montemor-o-Novo, Baixa da Madeira e Sesimbra. De acordo com a produção, está prevista uma nova ida dos atores às terras lusitanas em setembro para mais apresentações.
“Quando as máquinas param” é uma coprodução lusófona entre os grupos Harém de Teatro (Teresina-PI) e Teatro Extremo (Almada-Portugal) e estreou em 2010. Dirigido pelo português Fernando Jorge Lopes, o espetáculo foi aclamado pela crítica internacional depois de sua apresentação no Festival Mindelact, em Cabo Verde. O espetáculo foi montado através do Premio Funarte de Teatro Myriam  Muniz 2009.
A última sessão na capital acontece às 20h no Teatro Estação (Espaço Cultural Trilhos), localizado na avenida Miguel Rosa, 3003, galpão 3. A entrada de apresentação é gratuita, Maiores informações pelo (86) 3223-2325.

 

Naruna Brito

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21 de março de 2011

Oficina de Teatro Procopio Ferreira, abre inscrições.

por lnbrandao

A Oficina de Teatro Procópio Ferreira abre inscrições para o ano de 2011. O instrutor Luciano Brandão, que é diretor de teatro e participante da Oficina há 13 anos, ministra as aulas segunda, quarta e sexta das 15 h às 18 h, no período dos meses de abril a outubro de cada ano, proporcionando condições para que estudantes de teatro e a comunidade desenvolvam uma atividade artística cultural que interfira diretamente no desenvolvimento pessoal, tornando-o um ser mais criativo, expressivo e consciente. Além da possibilidade da montagem de um espetáculo (peça) teatral no final de cada ano.

É desenvolvido no curso a ampliação de conhecimento histórico sobre o teatro, leitura dramatizada, interpretação, expressão corporal, trabalho de voz, inibição, criatividade e montagem de espetáculos utilizando-se de variadas técnicas.

A OFICINA DE TEATRO PROCÓPIO FERREIRA é resultado desses cursos. Está no seu 20º ano de existência e já participou de diversos festivais sendo premiado por seu desempenho, além de ter possibilitado a profissionalização de alguns membros. Há três anos a oficina, vem mondando os textos de um dos maiores dramaturgos do Brasil, Nelson Rodrigues, e há dois anos participa do como convidada do FestLuso – Festival de Teatro Lusófono.

Em 2009 participou do projeto “temporadas no trilhos” onde apresentou todo fim de semana durante o mês de maio no Teatro Estação e durante o mês de junho fez temporada no Teatro Municipal João Paulo II no projeto Temporadas Popular. Neste ano a Oficina fecha parceria com faculdade NOVAFAPI, através do curso de Fonoaudiologia, que fará acompanhamento fonoaudiólogo aos alunos da oficina, e também com a FUNDAC – Fundação Cultural do Piauí, que sempre foi apoiadora da oficina e este ano vem como parceira de suma importância para realização do projeto Oficina Procópio Ferreira e manutenção do mesmo.

A Oficina de Teatro Procópio Ferreira, funcionará a partir do dia 04 de abril às segundas, quartas e sextas de 15:00 h às 18:00 h no Theatro 4 de Setembro na Praça Pedro II. Inscrições no local, informações 3222.7100 / 8808.8275 / 9969.3993

15 de março de 2011

Encenação da Batalha do Jenipapo chega a sua 14ª edição

por lnbrandao

08/03/2011 16:11romulo
por Clarissa Poty

Foto: Francisco Leal
Encenação Batalha do Jenipapo

Neste ano, a solenidade em comemoração ao aniversário da Batalha do Jenipapo chega na sequência das festas de carnaval. No domingo do dia 13 de março, uma ampla programação relembra a luta dos piauienses que deram a vida pela Independência do Brasil. Um dos grandes momentos do dia é o tradicional espetáculo teatral encenado pelo Grupo Harém em pleno pátio do Monumento Heróis do Jenipapo, em Campo Maior.

Nesta 14ª edição do espetáculo, a encenação da Batalha do Jenipapo envolve mais de 100 atores oriundos de Teresina e Campo Maior e conta também com a participação de grupos de capoeira e da cavalaria da Polícia Militar. A exibição, feita ao ar livre, narra a história de luta dos piauienses contra a resistência portuguesa na tentativa de conquistar a independência. “Houve focos de luta nas regiões de Parnaíba, Oeiras, Piracuruca e Campo Maior. Durante o espetáculo, nós procuramos contar um pouco desse contexto anterior que veio culminar na Batalha do Jenipapo, no dia 13 de Março de 1823, uma das mais importantes para o processo da Independência do Brasil”, afirma Francisco Pelé, coordenador do Grupo Harém de Teatro e um dos produtores do espetáculo que será exibido em Campo Maior.

A grande novidade para a encenação deste ano será a participação do Coral de Vaqueiros do Piauí, que vai apresentar uma versão do Hino do Vaqueiro no fechamento do espetáculo. “O espetáculo vem crescendo a cada ano, começou tímido, mas vem ganhando uma grandiosidade. Ele funciona como uma versão do teatro de cortejo, feito na rua. Nossa intenção é ampliá-lo a cada ano e fazer uma espécie de opereta”, afirma Francisco Pellé.

O espetáculo Batalha do Jenipapo tem duração de 40 minutos. O texto, adaptado a partir do trabalho de historiadores que reconhecem a importância do evento para a história do Brasil, é de autoria de Acy Campelo. Os atores envolvidos no projeto participam de um intensivo de ensaios a partir da quarta-feira de cinzas (9). Um ensaio geral está marcado para a manhã de domingo, às vésperas da exibição oficial.

A encenação acontece logo após a solenidade Cívico-Militar de entrega de medalhas e desfile militar que acontecem no dia 13 de março, no Monumento Heróis do Jenipapo, a partir das 16h. Confira a programação completa das comemorações, que começam com uma Missa em Ação de Graça, na Catedral de Santo Antônio:

Programação dos 188 anos da Batalha do Jenipapo

12h – Missa em Ação de Graça
Local: Catedral de Santo Antônio

14h – Culto em Ação de Graça
Local: Igreja Universal do Reino de Deus
Endereço: Rua Senador José Eusébio, 1047 – Centro

16h – Solenidade Cívico – Militar em comemoração aos 188 anos da Batalha do Jenipapo
. Entrega da Medalha Hérois do Jenipapo
. Outorga da Ordem Estadual do Mérito Renascença do Piauí
. Desfile Militar
. Apresentação da peça teatral A Batalha do Jenipapo
Local: Monumento Heróis do Jenipapo

15 de março de 2011

Oficina de Teatro Procópio Ferreira será reaberta.

por lnbrandao

A medida é uma das ações prioritárias para o primeiro semestre

A Fundação Cultural do Piauí (Fundac) promoverá a reabertura da Oficina de Teatro Procópio Ferreira. A medida é uma das ações prioritárias para o primeiro semestre e será uma das iniciativas da Instituição voltadas para o combate ao crack.

Para contribuir com a Câmara Estadual de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas e ajudar no combate desse entorpecente que, entre 2004 e 2009, aumentou em mais de seis vezes em solos piauienses, a Oficina de Teatro Procópio Ferreira orientará crianças, adolescentes e jovens sobre seus riscos. “Inicialmente, a Oficina de Teatro funcionará apenas três vezes por semana, mas a nossa meta é fazer com que o projeto funcione todos os dias da semana”, esclarece Bid Lima, presidente da Fundac.

De acordo com Bid Lima, a reabertura da Oficina terá um importante papel no combate ao crack no Estado. “O teatro tem uma grande importância, porque ajuda a formar a opinião dos atores e do público. Então, trabalharemos a temática do enfrentamento às drogas. Vamos elaborar trabalhos práticos voltados para o combate às drogas. O objetivo é sensibilizar o artista e o público”, explica.

Segundo Bid Lima, a intenção é fomentar nos artistas piauienses a responsabilidade social da classe. “Queremos que todas as atividades culturais promovidas pela Fundac e cada manifestação artística feita envolva a temática do crack, e o artista faça esse trabalho de panfletagem mesmo”, destaca.

Oficina de Teatro Procópio Ferreira

Fundada no início da década de 1980, a Oficina de Teatro Procópio Ferreira foi responsável pela formação de diversos artistas piauienses, mas está fechada há cerca de um ano. “Foi na Oficina de Teatro que eu comecei, em 1997. Foi lá também que muitos artistas que hoje fazem sucesso no Piauí, no Brasil e no mundo também começaram”, assinala Bid Lima.

A reabertura da Oficina de Teatro Procópio Ferreira é mais uma iniciativa da Fundac na luta contra o crack, prioridade estabelecida pelo Governo do Estado. Além disso, a Fundac já anunciou que realizará a capacitação teórica-técnica dos professores da Escola de Música de Teresina, da Escola de Dança do Piauí e do Coral das Mil Vozes no trabalho de combate ao crack. O objetivo é trabalhar com os 2.700 alunos da rede pública matriculados nessas instituições.

Edição: Ana Viana

5 de janeiro de 2011

Bid Lima para presidente

por lnbrandao

Zsdn3fiUm alvoroço de primeira criado em Teresina pelos nomes que faltavam para preencherem certas funções para o pleito de 2011/2014 de Wilson Martins. Mas o melhor mesmo e também o mais esperado foi, sem duvida o nome de Bid Lima, atriz, figurinista, produtora, formada em artes plásticas pela UFPI, que trabalhou em vários projetos desde o inicio de sua carreira, a 13 anos, onde ela ousadamente arregaçou as mangas e não parou por nada de ser uma artista.

A FUNDAC terá com certeza uma presidente compromissada com arte em todas as vertentes pois Bid Lima sempre transitou por elas de forma competente e talentosa.

Agora vai mostrar que sabe com maestria de artista orquestrar mais uma fase em sua carreira de grandes sucessos.

Luciano Brandão

Deixem a atriz trabalhar

Por Eugênio Rego

Nessa semana me pediram que comentasse a indicação da atriz Bid Lima para a presidência da Fundação Cultural do Piauí. Confesso que ao saber do fato fui surpreendido, como dezenas de outras pessoas. Enquanto aguardava-se uma escolha estratégica, o deputado reeleito Fábio Novo (PT), a quem cabia indicar o cargo, optou por valorizar o currículo da artista – uma das melhores e mais competentes de sua geração.

O nome de Bid Lima para ocupar o cargo que foi por oito anos de Sônia Terra causou a comotion esperada. Insatisfeitos e afeitos saíram no ataque e na defesa, sendo que esta última ganhou em disparada; isso já mostra que a atriz conta com muitos apoiadores no meio cultural – ela é o que os antigos colunistas sociais chamavam de “pessoa que transita de A a Z”, ou seja, vai favela ao Metropolitan Hotel com a mesma desenvoltura e graça.

Conheço a atriz há bastante tempo e posso afirmar que ela é talentosa (tem uma verve cômica incrível), engajada, dedicada e, mais importante, conhece os interstícios da produção cultural devido a uma vivência profunda e ativa no meio. A quem a ataca sem conhecimento de causa e a defende cegamente, pediria que não fossem nem tanto ao mar nem tanto ao vento…

Mas a pergunta é: o currículo de Bid Lima a credencia para exercer um cargo importante como a presidência da Fundac? A história recente da gestão cultural no Brasil nos mostra que ter um artista à frente de um órgão representativo do segmento não é garantia de sucesso.

Como exemplo, citamos a gestão do ator Celso Frateschi na Funarte. Celso ocupou o cargo entre 2007 e 2008 e pediu demissão depois de enfrentar uma série de críticas sobre sua condução de um dos mais importantes órgãos do MinC.

Gilberto Gil também enfrentou muita oposição durante os anos em que esteve à frente do Ministério da Cultura. Os que lhe jogavam pedras, inclusive, eram grande nomes da cultura brasileira, entre eles o amigo de Tropicália Caetano Veloso. Antes de abdicar do cargo, Gil foi acusado até de abandonar o MinC para dedicar-se a um CD recém-lançado. No final, sua gestão foi avaliada como “razoável”.

Antes mesmo de ser empossada como ministra da Cultura do governo Dilma, a compositora Ana de Holanda tem tidoa  seu currículo atacado e recebeu pecha de “artista apagada” e ainda questionam sua indicação. Se currículo artístico pesasse tanto na escolha por que não convidaram Fernanda Montenegro para presidir o MinC então? Artista não é gestor, mas, como qualquer um que tenha interesse, conhecimento e compromisso com a coisa pública pode obter muitos aplausos.

É claro que a escolha de Bid Lima chocou mais talvez porque ela é jovem e não tem experiência em gestão pública do que por seu conhecimento do que é e como se faz cultura. Não estar ligada ao “partido” soou também como uma ofensa. Por outro lado, seu currículo é inquestionável e, portanto, a capacita para exercer qualquer cargo público da área cultural.

Se a atriz será uma boa gestora e conseguirá tornar a Fundac um órgão mais representativo principalmente entre a própria classe artística piauiense, só o tempo dirá. A composição de sua equipe também contará muito para os resultados. É preciso lembrar que só se aprende jogar jogando e, nesse caso, vale fazer uma paródia da música de Lázaro do Piauí como um voto de confiança: deixem a moça trabalhar.

Sobre ida de Bid Lima para Fundac: uma Crítica

Por Francisco Magalhães


Bid Lima e Fábio Novo:
pré-conceito  e Intolerância

Recebi muitos/vários/diversos/inúmeros/nem sei quantos imeios e telefonemas solicitando que eu criticasse a ida da atriz Bid Lima para a presidência da Fundação Cultural do Piauí.
Olha, lembrei-me de quando João Cláudio Moreno foi indicado presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves: choveram críticas de pseudo-intelectuais e semi-artistas sem nenhum talento (muito menos para assistir o sucesso de quem quer que seja…).
Calem as matracas! Deixem a moça assumir, mostrar serviço, desenvolver projetos, mostrar a que veio. Só depois, vocês passem a terçar armas contra ou, se for caso – já pensaram nessa possibilidade? – bater palmas, aplaudindo as ações desenvolvidas.

Eu assisto às peças, filmes, performances, shows musicais e de dança dos artistas piauienses e raramente vejo tais criaturas nesses locais. Por que será, hein, deputado Fábio Novo?
Vai lá, Bid, e lima essas línguas de trapo, esses engenheiros de obra pronta, essas cascavéis de gaveta, esses ressentidos de botiquim, essa gentalha sempre do contra.

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